AVC, o mal do século

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É curioso perceber que muitas pessoas não se dão conta de que o Acidente Vascular Cerebral (também conhecido como AVC) é uma forma bastante comum de derrame cerebral. Mais estranho ainda é que estas mesmas pessoas desconhecem os fatores de risco e os sintomas ocasionados pelo AVC. Então meus caros, a ideia deste post é tentar trazer algumas informações importantes sobre este tipo de lesão cerebral e o que fazer caso você identifique os sintomas.

Em primeiro lugar, é importante destacar que existem duas formas de AVC. O hemorrágico, resultante de um sangramento ao redor ou dentro do cérebro, e o isquêmico, que ocorre devido ao bloqueio do fluxo sanguíneo para alguma região do cérebro. Estas duas formas de AVC podem causar sérios danos ao funcionamento normal do nosso cérebro. E como qualquer outro tipo de lesão, estes danos podem ser temporários ou permanentes.

Os principais fatores de risco para desenvolver um AVC são:

– pressão alta (hipertensão);

– sobrepeso;

– colesterol alto;

– sedentarismo;

– uso abusivo do álcool;

– diabetes;

– uso de cigarro.

Tão importante quanto prevenir essas condições é também saber quais medidas devem ser tomadas para não haver sequelas após o AVC, ou pelo menos diminuir o impacto destas sequelas na vida do sujeito acometido. Então, aqui vai uma lista básica do que pode acontecer durante um AVC:

– fala desorganizada;

– dificuldade de levantar um dos braços;

– um dos lados do rosto cair;

– formigamento em um dos lados do corpo.

A principal medida a ser tomada num início de AVC é chamar por atendimento médico, ligando para o 192. É importante fazer isso imediatamente após identificar um quadro de AVC, pois quanto mais precoce o atendimento, maiores as chances de evitar sérios danos.

Como já mencionado, os danos cerebrais podem ser temporários ou permanentes. Destas alterações, as mais comuns se encontram na esfera cognitiva e comportamental. São elas: problemas de memória (podendo desenvolver um quadro grave de amnésia), déficits executivos (comportamento desorganizado, dificuldade de planejamento e falta de inibição de comportamentos inadequados, como xingar as pessoas, ou não conseguir evitar dizer que o cabelo de “fulano” está despenteado na frente dele),  alterações de linguagem e da fala, e dificuldades visuo-espaciais (desorientação espacial).

Portanto, caros leitores, cuidemos para não engordar as estatísticas de quadros neurológicos como o AVC, praticando exercício físico, tendo uma dieta balanceada, não fazendo uso do tabaco, nem de álcool (pelo menos sem exageros), enfim, aumentando nossa expectiva e qualidade de vida. Só assim levaremos adiante genes saudáveis e sem riscos para as gerações futuras!

=)

2 pensamentos sobre “AVC, o mal do século

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